A integração das Tecnologias na Educação
A digitalização permite
registrar, editar, combinar, manipular toda e qualquer informação, por
qualquer meio, em qualquer lugar, a qualquer tempo. A digitalização traz
a multiplicação de possibilidades de escolha, de interação. A
mobilidade e a virtualização nos libertam dos espaços e tempos rígidos,
previsíveis, determinados.
As
tecnologias que num primeiro momento são utilizadas de forma separada –
computador, celular, Internet, mp3, câmera digital – e caminham na
direção da convergência, da integração, dos equipamentos multifuncionais
que agregam valor.
O
computador continua, mas ligado à internet, à câmera digital, ao
celular, ao mp3, principalmente nos pockets ou computadores de mão. O
telefone celular é a tecnologia que atualmente mais agrega valor: é
wireless (sem fio) e rapidamente incorporou o acesso à Internet, à foto
digital, aos programas de comunicação (voz, TV), ao entretenimento
(jogos, música-mp3) e outros serviços.
Estas
tecnologias começam a afetar profundamente a educação. Esta sempre
esteve e continua presa a lugares e tempos determinados: escola, salas
de aula, calendário escolar, grade curricular.
Fonte: ECA/USP - José Manuel Moran
Segundo
Maurício Oppitz, que há mais de 10 anos estuda a informática
educacional, os principais itens de uma perfeita inclusão digital são
todos os que visam o total conforto do usuário, além da saúde,
ergonomia, ecologia, praticidade, interatividade, absoluto controle das
aulas e segurança das instituições educacionais.
As lousas digitais Oppitz oferecem ao mercado corporativo e educacional interatividade em aulas, apresentações e reuniões.
As
Carteiras Informatizadas Oppitz servem como um mobiliário escolar comum
permitindo que o professor de a sua aula da forma tradicional através
do uso de livros e cadernos, porém com um simples movimento sobre o
tampo da mesa, elas “se transformam” em um computador de última geração.
Assim diminuímos a necessidade do transporte de muitos livros,
notebooks ou do deslocamento de alunos até um laboratório isolado.
Fonte: Maurício Oppitz
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